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Produção independente, "PLACAR, a revista militante" terá exibição especial, terça, 17 de dezembro, no Museu do Futebol Por mais de 50 anos, a revista PLACAR contou a história do futebol brasileiro e, com 1500 edições de grandes reportagens, personagens inesquecíveis e, marca registrada da publicação, polêmicas dentro e fora do campo, ela ajudou a mudar o jornalismo esportivo nacional. Agora, finalmente, pela primeira vez, a história da própria PLACAR será contada. Nesta terça-feira, 17 de dezembro, às 19h, acontece a exibição especial do documentário PLACAR, a revista militante, com sessão aberta ao público no Museu do Futebol, em São Paulo. “É um filme sobre futebol e jornalismo", define o diretor e idealizador do documentário, Ricardo Corrêa, que trabalhou na revista por mais de 20 anos. Segundo Corrêa, trata-se de um jornalismo que, desde o lançamento em 1970, no auge da ditadura militar, encarava o jogo de um jeito diferente: "A PLACAR não apenas narrou, foi protagonista, desafiadora, amou os craques, odiou cartolas, lutou pelo futebol, pela democracia, divertiu, denunciou, escandalizou." O documentário traz entrevistas com jornalistas e craques que passaram pelas páginas da revista - ou gostariam de ter passado, como o comentarista Mauro Beting, da TNT Sports, SBT e Rádio Bandeirantes. "Trabalhei e trabalho em todos os lugares que podia, mas o único lugar que eu queria ter trabalhado em toda minha vida é a PLACAR", diz Beting, no documentário. Relevância reconhecida também por quem estava em campo. "A PLACAR mostrava como éramos de verdade para o público", afirma o ex-jogador e comentarista Walter Casagrande Jr. O ídolo do Corinthians no final dos anos 70 e início dos 80 é um dos entrevistados do documentário, ao lado de outros nomes históricos como Pelé, Zico e Falcão. PLACAR, a revista militante, no entanto, não quer ser resumido a uma celebração da revista. "Nossa intenção foi mostrar como o jornalismo pode e deve se engajar para denunciar o que está errado na sociedade", diz Sérgio Xavier Filho, comentarista da SporTV, ex-diretor de redação da publicação e, ele próprio, um dos realizadores do filme. "A PLACAR sempre foi assim e por isso nós a chamamos de 'revista militante', no melhor sentido da palavra." A Máfia da Loteria, o fim da Lei do Passe, o doping do ex-meia Mário Sérgio, então no Palmeiras, a Democracia Corinthiana são alguns exemplos das polêmicas ou causas que tomaram as edições de PLACAR em cinco décadas. Reportagens e coberturas históricas feitas por jornalistas consagrados como Arnaldo Ribeiro, Celso Unzelte, Gian Oddi, Marcelo Duarte, Martha Esteves, Paulo Vinícius Coelho, o PVC, Ronaldo Kotscho, Carlos Maranhão e Juca Kfouri, certamente o nome mais emblemático da revista. Todos eles brilharam na PLACAR e trazem seu testemunho no documentário. Placar, a revista militante, é um projeto independente de cinco anos que, a princípio, seria lançado em 2020, para comemorar o cinquentenário da publicação. A pandemia da Covid adiou os planos da equipe, que ainda contou com a participação de dois outros ex-placarianos, o fotógrafo Alexandre Battibugli e o jornalista Alfredo Ogawa. Quando as gravações foram retomadas em 2022, a melhor reação veio de um dos convidados para dar seu depoimento: "Nossa, essa história precisava mesmo ser contada!" PLACAR, a revista militante. Documentário, 2024. Direção geral: Ricardo Corrêa; direção: Sérgio Xavier Filho; direção de conteúdo: Alfredo Ogawa; assistente de direção e fotografia: Alexandre Battibugli. Exibição especial aberta ao público. Dia 17 de dezembro, terça-feira, 19h, Museu do Futebol, Praça Charles Miller, São Paulo |
Neste último mês de novembro, as exibidoras brasileiras obtiveram um aumento de 6% no público em relação ao mesmo período em 2019, último ano antes da pandemia, que foi excelente para o cinema. Quando comparado a 2023, o crescimento foi bastante expressivo: 62%.
Os números animadores surgem em um momento marcante para o grupo de cinemas Kinoplex e para a família Severiano Ribeiro. Neste mês de dezembro, completam-se 50 anos da morte do seu fundador, Luiz Severiano Ribeiro, um dos principais nomes da história da indústria cinematográfica no país. O CEO do Kinoplex, Luiz Severiano Neto, comemorou os resultados e se mostrou otimista para os próximos anos.
“Dar continuidade a esse legado é uma grande honra, que fazemos com muita dedicação. Seguimos acreditando no poder da sala escura, uma experiência única, cuja magia não se alcança em nenhum outro formato de exibição. Ver novembro com um resultado tão animador nos enche de orgulho e reforça a certeza de que o cinema ainda é a maior forma de diversão”, afirmou.
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Mamma Roma é uma prostituta de meia-idade que sonha em mudar de classe social para poder voltar a viver com seu filho adolescente, Ettore. Ela faz de tudo para dar uma vida melhor a ele, mas o jovem não quer saber de estudar ou trabalhar e vive na rua com os amigos arruaceiros. Quando o passado de Mamma volta a atormentá-la, ela vai perceber que o recomeço é incerto e, talvez, inalcançável.
Um retrato neorrealista de martírio maternal que marca uma transição na filmografia inicial do subversivo Pasolini. Segundo filme de Pasolini, com argumento original de sua autoria e uma das primeiras obras do cineasta a retratar os excluídos da sociedade italiana. A partir da história melodramática de uma prostituta de Roma que tenta dar uma vida digna ao seu filho, Pasolini constrói um filme com uma extraordinária dimensão poética e social, coroado por uma das mais exímias performances de Anna Magnani.
Estreia dia 6 de Dezembro
Serviço:
Onde assistir: www.filmicca.com.br
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