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Motel Destino” é uma produção da Cinema Inflamável e Gullane, coproduzido internacionalmente pela francesa Maneki Films e pela alemã The Match Factory, em associação com Brouhaha Entertainment e Written Rock Films (UK). O filme também é coproduzido por Globo Filmes, Telecine e Canal Brasil e conta com o patrocínio da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará. No Brasil, o filme será distribuído pela Pandora Filmes, enquanto The Match Factory responde pelas vendas internacionais.
A narrativa nasceu da parceria de Karim com o Laboratório de Cinema da Porto Iracema das Artes, escola de formação em artes da Secretaria de Cultura do Ceará, gerida em parceria com o Instituto Dragão do Mar, com sede em Fortaleza. O diretor é um dos criadores do laboratório, o CENA 15, onde atuou como tutor durante nove anos e do qual hoje é mentor. Foi lá que ele convidou o roteirista cearense Wislan Esmeraldo para desenvolver o roteiro do projeto. Mais tarde, Mauricio Zacharias se juntou ao processo, repetindo a parceria realizada com o cineasta em “Madame Satã” e “O Céu de Suely”.
“Eu me inspirei bastante na pornochanchada e no cinema noir. Posso resumir ‘Motel Destino’ como um thriller erótico, mas ele é, antes de tudo, uma história de amor. O amor entre um jovem periférico que vive à revelia de um sistema que o quer morto e uma mulher que resiste aos atentados do patriarcado contra a sua própria vida”, adianta Aïnouz.
Por trás das câmeras, a diretora de fotografia Hélène Louvart, renomada por seus trabalhos em “A Vida Invisível” e “Never Rarely Sometimes Always”, captura com sutileza as nuances visuais do filme. A montadora Nelly Quettier, reconhecida por “Beau Travail” e “Lazzaro Felice”, imprime uma precisão rítmica à narrativa, enquanto o diretor de arte Marcos Pedroso, de “Madame Satã” e “Praia do Futuro”, agrega uma rica expressão artística à obra ao explorar as fortes cores do nordeste. A produção foi liderada por Janaina Bernardes (Cinema Inflamável) e Fabiano Gullane e Caio Gullane (Gullane). Além dos três protagonistas já mencionados, Renan Capivara, Yuri Yamamoto, Fabíola Líper, Isabela Catão e Jupyra Carvalho completam o elenco.
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bertura do estadual terá cobertura multiplataforma na NSC TV, CBN, NSC Total, ge.com e jornais impressos |
Florianópolis, 10 de Janeiro de 2025 |
Vai começar o Campeonato Catarinense 2025, e a NSC transmite o jogo de abertura entre Joinville X Figueirense neste sábado (11), direto da Arena Joinville. Na NSC TV, a transmissão ao vivo e com imagens começa às 16h20. No rádio, CBN Floripa e CBN Joinville começam com programação especial a partir das 14h.
NSC TV No Jornal do Almoço e Globo Esporte, Cacau Corazza, Rodrigo Faraco e Carlos Rauen estarão ao vivo direto da Arena Joinville trazendo todas as informações, entrevistas e comentários sobre o confronto e a abertura do Campeonato Catarinense. Para a transmissão da partida, a equipe terá narração de Jota Deschamps, com Roberto Alves e Mabilia nos comentários e reportagens de Cacau Corazza e Carlos Rauen. Os telespectadores também poderão aparecer na transmissão através da campanha 'A Paixão Corre nas Veias’, que une o futebol e a solidariedade. Para participar, basta o torcedor ir ao hemocentro da sua região e fazer foto ou vídeo doando sangue com a camisa do time do coração. Os registros devem ser enviados para o e-mail correnasveias@gmail.com ou postar a foto nas redes sociais com a hashtag: #apaixãocorrenasveias
RÁDIO No rádio, CBN Floripa e CBN Joinville começarão a jornada juntas no Debate Especial, unindo as equipes de transmissão das duas cidades, com transmissão simultânea das 14h às 15h. Roberto Alves vai apresentar o programa e os comentários ficam por conta de Mabilia, Rodrigo Faraco e Cléber Grabauska. Na reportagem, Cristian Delosantos, Zé Maia e Beto Lima trazem mais informações. Após o Debate Especial, cada rádio seguirá com sua transmissão local. Salles Jr. narra na CBN Floripa, enquanto Israel Antunes comanda a emoção na CBN Joinville.
NSC TOTAL/Esporte e ge.globo/sc No digital, haverá uma cobertura especial com notícias de Joinville e Figueirense, histórico e curiosidades do confronto. O ge.globo acompanha o jogo em TEMPO REAL (minuto a minuto ao vivo) a partir das 15h. IMPRESSOS Os jornais AN, DC e SANTA trazem uma edição especial com informações dos 12 clubes e a tabela completa da Primeira Fase do Campeonato Catarinense. |
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Produção independente, "PLACAR, a revista militante" terá exibição especial, terça, 17 de dezembro, no Museu do Futebol Por mais de 50 anos, a revista PLACAR contou a história do futebol brasileiro e, com 1500 edições de grandes reportagens, personagens inesquecíveis e, marca registrada da publicação, polêmicas dentro e fora do campo, ela ajudou a mudar o jornalismo esportivo nacional. Agora, finalmente, pela primeira vez, a história da própria PLACAR será contada. Nesta terça-feira, 17 de dezembro, às 19h, acontece a exibição especial do documentário PLACAR, a revista militante, com sessão aberta ao público no Museu do Futebol, em São Paulo. “É um filme sobre futebol e jornalismo", define o diretor e idealizador do documentário, Ricardo Corrêa, que trabalhou na revista por mais de 20 anos. Segundo Corrêa, trata-se de um jornalismo que, desde o lançamento em 1970, no auge da ditadura militar, encarava o jogo de um jeito diferente: "A PLACAR não apenas narrou, foi protagonista, desafiadora, amou os craques, odiou cartolas, lutou pelo futebol, pela democracia, divertiu, denunciou, escandalizou." O documentário traz entrevistas com jornalistas e craques que passaram pelas páginas da revista - ou gostariam de ter passado, como o comentarista Mauro Beting, da TNT Sports, SBT e Rádio Bandeirantes. "Trabalhei e trabalho em todos os lugares que podia, mas o único lugar que eu queria ter trabalhado em toda minha vida é a PLACAR", diz Beting, no documentário. Relevância reconhecida também por quem estava em campo. "A PLACAR mostrava como éramos de verdade para o público", afirma o ex-jogador e comentarista Walter Casagrande Jr. O ídolo do Corinthians no final dos anos 70 e início dos 80 é um dos entrevistados do documentário, ao lado de outros nomes históricos como Pelé, Zico e Falcão. PLACAR, a revista militante, no entanto, não quer ser resumido a uma celebração da revista. "Nossa intenção foi mostrar como o jornalismo pode e deve se engajar para denunciar o que está errado na sociedade", diz Sérgio Xavier Filho, comentarista da SporTV, ex-diretor de redação da publicação e, ele próprio, um dos realizadores do filme. "A PLACAR sempre foi assim e por isso nós a chamamos de 'revista militante', no melhor sentido da palavra." A Máfia da Loteria, o fim da Lei do Passe, o doping do ex-meia Mário Sérgio, então no Palmeiras, a Democracia Corinthiana são alguns exemplos das polêmicas ou causas que tomaram as edições de PLACAR em cinco décadas. Reportagens e coberturas históricas feitas por jornalistas consagrados como Arnaldo Ribeiro, Celso Unzelte, Gian Oddi, Marcelo Duarte, Martha Esteves, Paulo Vinícius Coelho, o PVC, Ronaldo Kotscho, Carlos Maranhão e Juca Kfouri, certamente o nome mais emblemático da revista. Todos eles brilharam na PLACAR e trazem seu testemunho no documentário. Placar, a revista militante, é um projeto independente de cinco anos que, a princípio, seria lançado em 2020, para comemorar o cinquentenário da publicação. A pandemia da Covid adiou os planos da equipe, que ainda contou com a participação de dois outros ex-placarianos, o fotógrafo Alexandre Battibugli e o jornalista Alfredo Ogawa. Quando as gravações foram retomadas em 2022, a melhor reação veio de um dos convidados para dar seu depoimento: "Nossa, essa história precisava mesmo ser contada!" PLACAR, a revista militante. Documentário, 2024. Direção geral: Ricardo Corrêa; direção: Sérgio Xavier Filho; direção de conteúdo: Alfredo Ogawa; assistente de direção e fotografia: Alexandre Battibugli. Exibição especial aberta ao público. Dia 17 de dezembro, terça-feira, 19h, Museu do Futebol, Praça Charles Miller, São Paulo |
Neste último mês de novembro, as exibidoras brasileiras obtiveram um aumento de 6% no público em relação ao mesmo período em 2019, último ano antes da pandemia, que foi excelente para o cinema. Quando comparado a 2023, o crescimento foi bastante expressivo: 62%.
Os números animadores surgem em um momento marcante para o grupo de cinemas Kinoplex e para a família Severiano Ribeiro. Neste mês de dezembro, completam-se 50 anos da morte do seu fundador, Luiz Severiano Ribeiro, um dos principais nomes da história da indústria cinematográfica no país. O CEO do Kinoplex, Luiz Severiano Neto, comemorou os resultados e se mostrou otimista para os próximos anos.
“Dar continuidade a esse legado é uma grande honra, que fazemos com muita dedicação. Seguimos acreditando no poder da sala escura, uma experiência única, cuja magia não se alcança em nenhum outro formato de exibição. Ver novembro com um resultado tão animador nos enche de orgulho e reforça a certeza de que o cinema ainda é a maior forma de diversão”, afirmou.
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